Auto dos Quatro Tempos

Auto dos Reis Magos

Auto Pastoril Castelhano

Exortação da Guerra

Clérigo da Beira / Escrivães

Liberata / Templo de Apolo

Velho da Horta / Cassandra

Gil Vicente cassandra e velho da horta

Sobre o Auto da Índia

Alma / Papa Júlio II e Erasmo

Gil Vicente Auto da Alma

Visitação / Sobre as Origens

Gil Vicente, sobre as origens

Arte e Dialéctica - Íon Platão

gil vicente e plato
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Gil Vicente O Teatro de Gil Vicente
O Teatro de Gil Vicente
E pera declaração
desta obra santa et cetra...,
quisera dizer quem são
as figuras que virão

por se entender bem a letra.

  ... em  Romagem dos Agravados.
Lendo o Auto da India de Gil Vicente
Ler Erasmo e Gil Vicente

As figuras
nas personagens dos Autos
- os protagonistas -
em Obras


As suas obras dramáticas,
a lista de todos os autos,
em Autos

Datação das obras, dos Autos de Gil Vicente
Gil Vicente, artista da Renascença, reinventor do Teatro
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O Estudo da obra dramática de Gil Vicente Na origem deste projecto
O nosso trabalho incide sobre o Teatro de Gil Vicente, e o seu verdadeiro significado, na sua época e no nosso tempo.
       
- Sem ficção da nossa parte -
As figuras nas personagens dos Autos - os protagonistas - em Obras
As suas obras dramáticas, todos os autos, em Autos
Cartaz pdf - Panfletos (frente pdf - verso pdf)
        Tudo o que aqui se expõe, neste sítio Internet, resulta de um longo processo de pesquisa, iniciado com a figura de Gil Vicente em Todo-o-Mundo e Ninguém, no Auto da Lusitânia, uma pista obtida na sequência do nosso estudo sobre a possível origem dos Maios, dos Maios de Olhão, dos Açores, da Beira Baixa e Alto Alentejo, de Valência de Alcântara, de Múrcia, etc.. Pois após algumas leituras de Rubena, porque aí encontrámos um verso igual a outro lido em Lusitânia, apercebemo-nos do Cisma em Cismena e João presente enquanto príncipe. Identificada a analepse na narração, o parto de Rubena, o Enquiridion, os cinco anos de Cismena que depois dos quinze é levada por um príncipe da Síria (Lutero), criado (da criação) de Felício (Erasmus), o homem dos adágios, que se esfuma ouvindo-se no seu próprio Eco, como Eco se auto-destrói por amor a Narciso (frei Narciso em Romagem dos Agravados), depois, foi estudar todos os autos, toda a literatura da época e a época. (...)
   
        No Auto da Alma Gil Vicente figura o problema eterno do homem que é colocado perante a opção da Liberdade de pensar por si, e decidir contra as suas próprias Instituições sociais, ou partilhar e aceitar as ideologias que congregam essas Instituições, integrando o seu espírito de corpo, o que continua a ser um problema actualíssimo em relação ao nacionalismo, aos partidos políticos, etc..  
   
        Noutras obras Gil Vicente, coloca problemas mais complexos de natureza socio-política, de governo do Povo, de Justiça popular, de Justiça distributiva, e sobretudo, de Liberdade e revolução, quando nas suas obras figura a Revolta (revolução burguesa) Comunera em Espanha (1519-20), as Revoltas Camponesas da Alemanha (1524-25),  os acontecimentos de Munster (1533-35) na Alemanha (a teocracia "comunista"), a Liberdade de Expressão, a Luta política na Europa e a intervenção da Banca e da Religião no Poder, as ideologias religiosas e o domínio político, e ainda o papel do Povo em muitas destas questões, bem como outras tomadas de posição política e ideológica perante acontecimentos pontuais.   
        Mas estas questões estão a ser tratadas peça a peça, as mais de 60 peças conhecidas esperam por quem se possa dedicar à sua exposição analítica.


        Melhor referenciando ainda, todo este nosso trabalho de que agora iniciamos a apresentação com os 500 anos (1508) do Auto da Alma, incidiu sobre a totalidade da obra de Gil Vicente, toda ela considerada no seu conjunto, mas também sobre os autos anónimos do século xvi disponíveis ao grande público em Portugal, e até alguns reservados das Bibliotecas Nacionais de Espanha e Inglaterra. Além disso, depois de transcrevermos os autos anónimos quinhentistas para uma leitura actualizada, foi necessário reiniciar um estudo complementar da literatura da época, sobretudo da portuguesa. A nossa investigação não quis deixar nada de parte, pois após o esboço da concretização do trabalho, tivemos o cuidado de confrontar as nossas conclusões com as obras da especialidade até agora publicadas, que sem dúvida tinham de merecer a nossa atenção.

        Este trabalho iniciou-se com o estudo dos Maios. Uns bonecos com que ainda hoje em Olhão, nos Açores e na Extremadura (Espanha), o povo celebra a festa, o dia de Maio (dia 1, festa da Primavera), com sátiras e outras formas de crítica política e social de vária ordem.
        A passagem à obra de Gil Vicente foi feita pelo Maio florido, do Auto da Lusitânia, que aí surge disfarçado, incentivando a que haja confiança e se atente no que se vai seguir, que ele está disfarçado, que não é estrangeiro.
         Em Julho 2005 publicámos um pequeno estudo etnológico sobre os Maios, a que demos o título de
Os Maios de Olhão e o Auto da Lusitânia de Gil Vicente (978-972-990002-0). Todavia, apesar de, com a nossa exposição insistirmos na necessidade de dar atenção às questões da Cultura, ao mesmo tempo que solicitávamos a atenção dos responsáveis pela presidência da Faro Capital Nacional da Cultura 2005, e dos seus responsáveis sectoriais, e ainda dos responsáveis pela Cultura das Câmaras de Olhão e Tavira, para a importância dos Maios, apesar da nossa insistência constante, até hoje, pelos organismos responsáveis pela Cultura, ou pelo Saber, não foi dado ainda qualquer sinal claro de terem conseguido entender a questão dos Maios (...)
        Na verdade, foi o nosso trabalho de investigação sobre os Maios que, em 2005, nos levou através de Leite de Vasconcelos, ao Auto da Lusitânia e a Gil Vicente. E com os Maios, despertámos para toda a sua obra dramática, porque até aí apenas conhecíamos o que era habitual ao comum dos portugueses, o
Auto da Barca do Inferno, da Inês Pereira, da Índia, da Alma, e pouco mais, mas sempre interpretados como é tradicional no nosso país, pela visão do parvo, dirigida à nossa alma simples, e nunca pela visão do filósofo.
        Na verdade, será muito difícil que, sem que se compreendam os Maios, ainda que os Maios actuais, alguma vez se compreenda a língua de Gil Vicente, que em muitas das suas obras faz referência a esses bonecos e ao dia de Maio, e algumas vezes os coloca em cena nos seus autos, como em
Lusitânia.
        Todavia os especialistas não deram a mais pequena atenção àquela nossa publicação (...). Certo é que todos os anos se publicam vários estudos sobre Gil Vicente, e até textos para apoio ao ensino, e na sua grande maioria os seus autores são pagos, e as editoras vêem pagas as suas edições por subsídios do Estado e ou de outras Instituições.
         Depressa compreendemos que não devemos entregar o nosso trabalho a quem não está preparado para o receber, ou a quem é incapaz de o compreender, como nos ficou claro com a iniciativa de Capital da Cultura, Faro2005.
         Como é costume dominante neste país, será provável que estes nossos escritos venham a ser silenciados, talvez a pretexto da sua transparência (numa forma mais actualizada do exercício da Censura), como acontece com muitos outros autores que hoje são ignorados, pois também noutras épocas isso mesmo já aconteceu, outros foram silenciados em vida, e sempre por aqueles que dominam as teias do poder e da comunicação.
Ler Erasmo e Gil Vicente
Analise da poetica de Platao
Ler analise do Auto da Alma
    Ansiosamente procurado pelos investigadores...

    A presença do pensamento de Desiderius Erasmus Roterodamus, Erasmo, nas obras de Gil Vicente, surge nos autos logo após as primeiras publicações polémicas do religioso retórico de Roterdão.
    Contudo, Gil Vicente faz fortes críticas a muitas das suas ideias, colocando-se sempre bem acima das ideologias e das acções que a partir delas se desenvolvem.

    Erasmus é Cupido, como o seu nome indica,  e está presente em Frágua de Amor, Nau de Amores, Jubileu de Amores.
    De início, está em São Martinho, em Alma, em Rubena, etc., e, Floresta de Enganos, com uma forte crítica, presta-lhe uma última homenagem, mas está também presente em muitos outros autos.

          Na sua História da Europa, Gil Vicente, Artista, dramaturgo, poeta, filósofo e Mestre de retórica, com a Retórica e a Poética de Aristóteles, e o pensamento de Platão, bem assimilados e estruturados, oferece-nos a sua Visão do Mundo, colocando-se do lado de fora, muito acima de todos, e de todos os acontecimentos do seu tempo, oferecendo-nos a sua época numa grande panorâmica.

Noémio Ramos, 2008.
Auto da Alma, Erasmo, o Enquiridion e Júlio II...


(c) 2008 - Sítio dedicado ao Teatro de Gil Vicente - actualizado com o progresso nas investigações.
GrammarNet

- Livros publicados no âmbito desta investigação, da autoria de Noémio Ramos:

978-989-977499-5 - Gil Vicente, Auto dos Quatro Tempos, Triunfo do Verão - Sagração dos Reis Católicos.
978-989-977498-8 - Gil Vicente, Auto dos Reis Magos, ...(festa) Cavalgada dos Reis.
978-989-977497-1 - Gil Vicente, Auto Pastoril Castelhano, A autobiografia em 1502.
978-989-977496-4 - Gil Vicente, Exortação da Guerra, da Fama ao Inferno.
978-989-977490-2 - Gil Vicente, Tragédia de Liberata, do Templo de Apolo à Divisa de Coimbra.
978-972-990009-9 - Gil Vicente, O Clérigo da Beira, o povo espoliado - em pelota.
978-972-990008-2 - Gil Vicente, Carta de Santarém, 1531 - Sobre o Auto da Índia.
978-972-990007-5 - Gil Vicente, o Velho da Horta, de Sibila Cassandra à "Tragédia da Sepultura".
978-972-990006-8 - Gil Vicente, Auto da Visitação. Sobre as origens.
978-972-990005-1 - Gil Vicente e Platão - Arte e Dialéctica, Íon de Platão.
978-989-977494-0 - Gil Vicente, Auto da Alma, Erasmo, o Enquiridion e Júlio II... 
(2ª Edição)
978-972-990004-4 - Auto da Alma de Gil Vicente, Erasmo, o Enquiridion e Júlio II...

- Outras publicações:
978-972-990000-6 - Francês - Português, Dicionário do Tradutor. - Maria José Santos e A. Soares.
978-972-990002-3 - Os Maios de Olhão e o Auto da Lusitânia de Gil Vicente. - Noémio Ramos.



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© Noémio Ramos
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