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Eu estava cá no chão,
com outro desmazelado do teatro, tão alongado, que via beijar a mão mas não ouvia o falado. E ocupei o cuidado no que cada um diria…, assim de minha fantasia…, segundo vi o passado e a mudança que via. |



1 Alma
2 Almocreves
3 Amadis de Gaula
4 Barcas, I – Inferno
Barcas, II – Purgatório
Barcas, III – Glória
5 Breve Sumário da História de Deus
6 Cananeia
7 Ciganas
8 Clérigo da Beira, Pedreanes
9 Cortes de Júpiter
10 Diálogo de uns judeus sobre a Ressurreição
11 Dom Duardos (versão 1)
Dom Duardos (versão 2)
12 Exortação da Guerra
13 Fadas
14 Fama
15 Fé
16 Feira
17 Festa
18 Físicos
19 Floresta de Enganos
20 Frágua de Amores
21 India
22 Inês Pereira
23 Juiz da Beira
24 Lusitânia
25 Miserere, Oração (*)
26 Mistérios da Virgem, Mofina Mendes
27 Nau de Amores
28 O Escudeiro pobre, Quem tem farelos
29 O Velho da Horta
30 Pastoril Castelhano
31 Pastoril da Serra da Estrela
32 Pastoril Português
33 Pranto de Maria Parda
34 Pregação de Abrantes, “Sermão” (*)
35 Quatro Tempos
36 Reis Magos
37 Romagem de Agravados
38 Rubena
39 São Martinho
40 Sibila Cassandra
41 Sobre a Divisa da Cidade de Coimbra
42 Templo de Apolo
43 Triunfo do Inverno
44 Visitação
45 Viúvo
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O Auto de Dom Florisbel, a cujo texto tivemos acesso há muito pouco tempo, pela publicação de Teatro português do século xvi, I Volume, INCM, 2007, de José Camões, pela nossa análise do mythos e
a colocação na sua data própria, consideramos ser o interdito pela Real Inquisição e até agora considerado desaparecido, Auto da Aderência do Paço**.
[p.229-230] Também só através desta publicação de José Camões tivemos acesso ao textos dos autos: Caseiro de Alvalade, Escudeiro Surdo e Escrivães do Pelourinho. Pondendo ainda haver outros autos quinhentistas publicados como anónimos a cujo estudo nos dedicaremos logo que alcancemos os textos. Mas há muitos autos anónimos quinhentistas que não são de Gil Vicente. |
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Em Gil Vicente e Platão - Arte e Dialéctica, Íon de Platão... Noémio Ramos apresenta uma profunda análise do Íon de Platão, e a relação da obra de Gil Vicente com os textos didácticos de Platão, sem aporias, sobre a Arte e o discurso retórico baseado na dialéctica. Além disso, o autor apresenta a interpretação do Preâmbulo, e da Sepultura de Gil Vicente, à luz da obra de Platão.



